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quinta-feira, 26 de abril de 2012


"Então deve haver uma maneira de evoluir sem perder o direito de sentir. Crescer sem perder a esperança nas pessoas. E aprender isso sozinha é triste: torna todo o resultado inútil."

(Verônica Heiss)

quinta-feira, 29 de março de 2012

"Tenho pena dos que não se arriscam, dos que não pulam e gostam do morno, dos que se conformam com piscinas rasas e vidas rasas também. Tenho pena dos que vão embora cedo, dos que só viajam até a esquina, dos que pensam mil vezes antes de falar."

(Verônica H.)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

"...minha cura é um abraço. Dois braços, um coração, e o que mais vier junto."

(Verônica Heiss)

sábado, 23 de julho de 2011

"Só vejo beleza no que transborda, só me interesso pelo que ultrapassa. O comum não me comove, o banal não me toca. Porque eu gosto é do avesso e o contraditório é que me fortalece."

quarta-feira, 20 de julho de 2011

"O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Mas se quiser mesmo saber de mim, experimente não me perguntar. E talvez assim desperte minha vontade de contar."

(Verônica Heiss)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"Não precisa dizer nada. Seu silêncio é meu refúgio e você é minha madrugada fria de outono. Seu sorriso me aquece e nada mais faz sentido sem esses segundos que parecem horas quando estou presa nos seus olhos. Você já não pode ser o que eu quero. Porque você é mais que isso. Você é tudo o que eu queria merecer."

(Verônica H.)

sábado, 10 de julho de 2010


"A vida se aprende nas perdas. É perdendo a liberdade que a gente descobre que não se encaixa, é perdendo alguém que a gente descobre que não vale a pena lutar por futilidades, é perdendo o apoio que a gente descobre que o resto do mundo não para só porque nosso mundo parou. A gente vai aprendendo a viver assim, na marra, no grito, no sufoco, no impulso.

Eu quis mudar o mundo, quis ser brilhante, quis ser reconhecida. Hoje eu quero bem pouco e prefiro me concentrar no agora do que planejar um futuro incerto. Eu me libertei da culpa e dei de cara com algo novo: não me encaixo, e aceito. Não é justo perder as asas no momento em que se descobre tê-las. É preciso poder voar, é preciso ter uma visão estratégica das janelas. Ver o sol e não poder tê-lo é absurdo."

(Verônica Heiss)

terça-feira, 18 de maio de 2010


"Se as pessoas estão sempre indo e vindo, eu só queria alguém minimamente eterno em sua duração, que me fizesse parar de achar normal essa história de perder as pessoas pela vida."

(Verônica H.)

terça-feira, 9 de março de 2010


"O mundo me prefere com dois braços e duas pernas, mas não sei mais ser humana. Sorrir cansa. Chorar cansa. Mas o que mais cansa é procurar desesperadamente um intermediário e esquecer que o mundo é mais que aparências.

Eu sou volúvel. Grande surpresa. Mas ser volúvel também cansa. Porque ninguém leva a sério alguém que passa a semana chorando pra ficar bem na semana seguinte. Como se fosse preciso ser feliz pra sempre ou triste pra sempre pra ser alguma coisa de verdade.


Não quero mais a realidade comum. Isso é o que mais cansa, pra ser bem sincera. Tenho até arrepios de pensar num futuro escrito e óbvio nas prateleiras de gente sem sal. Só de saber o que vai ser de mim, já quero ser outra coisa. Uma coisa nova e diferente, pra quebrar o que é certo."

(Verônica H.)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009


"Hoje eu cansei de química inorgânica. A estequiometria da eletrólise me saturou, a entalpia da solução de HCl nunca me fez mais feliz mesmo e eu mal posso pensar em termoquimica sem sentir arrepios.
Ainda se eu pudesse encontrar a química perfeita, a sintonia que não resulta de regra de três - ainda se encontrar o ideal bastasse... Mas não, o máximo que cai do céu é chuva ácida, nem sinal de amor eterno. Trancada em casa estudando nada me aparecerá. Vestibular é ótimo, mas não preenche vazio existencial. Só enche o saco. A tabela periódica é complexa, mas é só porque os cientistas ainda não tentaram entender minha mente.
É, eu hoje eu sou uma garota de humanas estudando química."

(Verônica H.)