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domingo, 10 de novembro de 2013

A felicidade não é o que as pessoas têm, mas o que elas fazem com isso.



"Não desfrute somente o sol, aprecie também a lua. Não desfrute somente a calmaria, aproveite a tempestade. Tudo isso enriquece a existência. A vida não acontece somente dentro de uma casa, de uma cidade, de um país: ela tem de ser experimentada dentro do universo. A felicidade é um jeito de viver, é uma conduta, é uma maneira de estar agradecido ao sol, à lua, a quem lhe estende a mão e também a quem o abandona, pois certamente nesse abandono está a possibilidade de você descobrir a força que existe em seu interior. A felicidade não é o que as pessoas têm, mas o que elas fazem com isso."


(Roberto Shinyashiki- O sucesso é ser feliz)

quarta-feira, 24 de julho de 2013


"Num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra." 

 (Aqueles dois - Fragmentos)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Escolhas

"Quando fazemos uma escolha, qualquer escolha, estamos dizendo sim para um lado e dizendo não para o outro. Então, algum sofrimento sempre vai haver."

 (Martha Medeiros - A nossa biografia – Coisas da vida)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


"Me busco em músicas que dão ritmo ao que sinto de forma silenciosa e me busco em trechos de livros que revelam ideias que mantenho ainda embaralhadas. (...) Me busco quando me aquieto pra escutar meus pensamentos, que não são retos, certos, fáceis, e sim espasmódicos, contraditórios, provocativos, ora estão ao meu favor, ora estão contra, e por isso me desencontro. Então escrevo, me busco em frases feitas e frases inventadas, colocando uma palavra atrás da outra na tentativa de construir uma lógica, um atalho, uma emoção que eu consiga sustentar e repartir, e depois fecho o computador me busco no sono, nos sonhos, no inconsciente, do meu lado noturno, sombrio, quando perco a coragem e tudo me amedronta, a começar pelo fato de que o dia terminou e a busca não se encerrou, nem irá, porque esse tipo de busca não se encerra."

(Martha Medeiros – Coisas da vida) 
 da crônica: Ferramentas de busca
"Me pergunto como é que se explica que sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva se desintegrem. Alguém era grande no meu passado, fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo, dando a devida proporção aos meus afetos e desafetos."

 (Martha Medeiros - Coisas da vida) 
 da crônica: A interferência do tempo

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


"Eu já lhe disse que o perdão não cria um relacionamento. A não ser que as pessoas falem a verdade sobre o que fizeram e mudem a mente e o comportamento, não é possível um relacionamento de confiança. Quando você perdoa alguém, certamente liberta essa pessoa do julgamento, mas, se não houver uma verdadeira mudança, não pode ser estabelecido nenhum relacionamento verdadeiro." 

 (William P. Young - A Cabana)
"...você não pode produzir confiança, assim como não pode fazer humildade. Ela existe ou não. A confiança é fruto de um relacionamento em que você sabe que é amado." 

(William P. Young - A Cabana)
"Os relacionamentos não têm nada a ver com poder. Nunca! E um modo de evitar a vontade de exercer poder é escolher se limitar e servir. Os humanos costumam fazer isso quando cuidam dos enfermos, quando servem os idosos, quando se relacionam com os pobres, quando amam os muito velhos e os muito novos, ou até mesmo quando se importam com aqueles que assumiram uma posição de poder sobre eles." 

 (William P. Young - A Cabana)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

"Todas as vezes que você perdoa, o universo muda; cada vez que estende a mão e toca um coração ou uma vida, o mundo se transforma; a cada gentileza e serviço, visto ou não visto, meus propósitos são realizados e nada jamais será igual." 

(William P. Young - A Cabana)

sexta-feira, 24 de agosto de 2012


"O ser sempre transcende a aparência. Assim que você começa a descobrir o que há por trás de um rosto muito bonito ou muito feio, de acordo com seus conceitos e preconceitos, as aparências superficiais somem até simplesmente não importarem mais."

(William P. Young - A cabana)

domingo, 5 de agosto de 2012

"O que eu fui ontem e anteontem já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro."

(Martha Medeiros - Coisas da Vida)
"Faço menos planos e cultivo menos recordações. Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço. Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, alcanço seus limites com as mãos, é nele que me instalo e vivo com a integridade possível. Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós."

(Martha Medeiros - Coisas da Vida)

terça-feira, 19 de junho de 2012

"Em princípio, toda e qualquer mudança é um avanço, um passo à frente, uma ousadia que nos concedemos, nós que tememos tanto o desconhecido."

(Martha Medeiros - Doidas e santas)

segunda-feira, 21 de maio de 2012


"A sua felicidade não é a minha, e a minha não é a de ninguém. Não se sabe nunca o que emociona intimamente uma pessoa, a que ela recorre para conquistar serenidade, em quais pensamentos se ampara quando quer descansar do mundo, o quanto de energia coloca no que faz, e no que ela é capaz de desfazer para manter-se sã. Toda felicidade é construída por emoções secretas. Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só se permitirmos."

(Martha Medeiros - Coisas da vida)

sábado, 5 de maio de 2012

"Todos vivem por amor, amor pelo caderno novo, ao cobertor. Amor ao inferno que por ter lotação esgotada recusou a nossa entrada, ao moço que nos deu as horas, ao amigo que nos perdoou. Amor por um livro, amor por uma orquídea, por uns dólares. Todos vivem por amor, amor pelos lençóis, pela quietude. Amor pela criança que não chora, por tanto mar, pelo pão e pelo forno, amor pela urgência da paixão, pela demora de um câncer. Amor ao céu que por ter lotação esgotada recusou a nossa entrada."

(Martha Medeiros - Cartas extraviadas e outros poemas)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Eu, Modo de Usar:


“Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor, mas permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre a minha nocauteante beleza. Tenha vida própria, me faça sentir saudades, conte umas coisas que me façam rir, mas não conte piadas, nem seja preconceituoso, não perca tempo cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude.

Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada (então fique comigo quando eu chorar, combinado?). 

Seja mais forte que eu e menos altruísta. Não se vista tão bem, gosto de camisas pra fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto, boca, cabelo, os pelos no peito e um joelho esfolado. Você tem que se esfolar às vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiíta contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. 

Invente um papel pra você que ainda não tenha sido preenchido e o inverta às vezes, me enlouqueça uma vez por mês mas me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca. Goste de música e de sexo, goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua família, isso a gente vê depois, se calhar. Deixe eu dirigir seu carro aquele carro que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos, me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções, me rapte. Se nada disso funcionar, experimente me amar.”

(Martha Medeiros - Cartas extraviadas e outros poemas)

terça-feira, 1 de maio de 2012


“O risco de sofrer é o preço que pagamos quando estabelecemos um relacionamento com outras pessoas. Mas o amor é a recompensa.”

(Mark W. Baker - Jesus, o maior psicológo que já existiu)
"O amor tem o poder de dispersar a timidez".


(Fábio de Melo - Mulheres de aço e de flores)
“Outro dia me pus a pensar que sou semelhante às mulheres da literatura de Érico Veríssimo. Aquelas que enquanto os homens se ocupavam da guerra, elas se ocupavam do tempo e do vento. Eu não tenho muitas definições a meu respeito; apenas respeito a dor de cada hora, a esperança de cada momento. E, se isso me define, então sou a dor que sabe esperar.”

(Fábio de Melo - Mulheres de aço e de flores)
“Não há ser humano lúcido que não reaja com estupidez e nem outro tranquilo que não tenha seus momentos de desespero. Devemos ter consciência de que somos uma massa de seres humanos imperfeitos vivendo em uma sociedade de pessoas imperfeitas. Você vai frustrar as pessoas próximas e elas irão frustrá-lo. Por isso, o código da tolerância não é uma opção nas relações humanas, mas uma necessidade insubstituível.”

(Augusto Cury - O código da inteligência)


*Tolerância: ando precisando bastante disto.